Após ter acesso a um caderno de questões, sentei-me e fiz a prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias, questões nº 01 a nº 45, aplicadas no sábado, dia 26/08. Tendo um curso superior de História e outro de Direito, não sou uma pessoa mal formada em termos de escolaridade.
Das 45 questões de Humanas, errei 07 e acertei 38. Vale lembrar que as questões não são apenas de história, mas envolvem também geografia, atualidades e filosofia, sempre entrelaçadas com outros conceitos.
Sou sincero: não é uma prova fácil. Algumas questões são mais fáceis para quem está bem preparado, mas a prova é, de fato, um desafio, pois é preciso ter conhecimento amplo, raciocínio lógico e saber interpretar bem os textos para entender o que se pede.
Por isso, se você foi bem no exame do Enem, Parabéns!
Mas, se você não foi bem, não se desespere. Volte a estudar para o ano que vem, pois você terá mais um ano para se preparar.
Além disso, se você puder estudar ou colocar seu filho(a) em uma escola melhor – geralmente da rede particular – faça isso urgente! Se a escola não é boa, fica difícil para o aluno ser bom.
Depois de participar de encontros “Amigos da Bahia” em diversas regiões do Estado, o deputado estadual Augusto Castro acredita que o nome de João Gualberto como candidato das oposições em 2014 tem potencial de crescimento. “Defendemos a unidade para a próxima eleição e como queremos vencer com um bom gestor, o PSDB está no páreo”, afirma o tucano. Neste final de semana os encontros realizados no Sudoeste reuniram mais de 500 pessoas, entre vereadores e lideranças do PSDB e outros partidos de oposição, com palestras do empresário João Gualberto, ex-prefeito de Mata de São João, sobre gestão pública. Augusto Castro ressalta que é de conhecimento público o êxito da administração de Gualberto no município que tem os melhores roteiros turísticos do litoral norte, como Praia do Forte, Imbassahy e Sauipe.
A partir das 09h da próxima quinta (31), será realizada audiência pública com o intuito de debater a situação dos conselhos municipais de Ilhéus.
O autor do requerimento da audiência foi o vereador Gurita (PP), que está preocupado com as condições de trabalho e com a produtividade dos conselhos.
Foram convidados os conselheiros, sociedade civil organizada e o poder executivo.
Para o vereador, a importância dos conselhos está no seu papel de fortalecimento da participação democrática na formulação e implementação de políticas públicas.
A violência e a precariedade do serviço de Saúde no município de Camacã e cidades vizinhas foram alvos de críticas por parte do deputado estadual Pedro Tavares (PMDB). De acordo com o parlamentar, que recentemente visitou a região, é unânime entre os moradores da cidade a necessidade de investimentos em segurança e hospitais. “Pude ver e ouvir o relato da população e das lideranças políticas sobre os péssimos serviços de saúde no município. As pessoas têm sofrido para conseguir atendimento médico, pois, dos três hospitais existentes, um deixou de funcionar e outros dois atendem de forma precária”, contou.
Conforme o deputado, a situação atinge também aos municípios vizinhos, “pois, Camacã é a sede de referência em saúde para diversas cidades em seu entorno, como Pau Brasil, Mascote, Jussari, Santa Luzia e Arataca. São milhares de pessoas que estão desassistidas”, denunciou.
A insegurança, completou o peemedebista, é outro grave problema na região. “A cidade de Jussari, que sempre foi conhecida como um local pacato, hoje está entregue a marginalidade. Ouvi várias reclamações sobre o alto índice de violência na região e, por isso, quero insistir ao governo do Estado uma atenção para aquela região tão importante, que já representou tanto para a economia do nosso Estado, mas que hoje sofre com a falta de atenção em áreas básicas, como Saúde e Segurança Pública”, relatou Tavares.
O conselho tutelar de Ilhéus vive um momento de total desaparelhamento, prejudicando a defesa do direito da criança e do adolescente. Dividido em dois Zonais centro/sul e Norte/oeste, o conselho tutelar de Ilhéus atende em um só prédio mensalmente cerca de 240 famílias com casos de maus-tratos e de violência física e psicológica. Cerca de 40% dos casos são de adolescentes vitimas das drogas, além de um número significativo de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual em que, na maioria dos casos, os principais suspeitos estão dentro da família ou é alguém próximo da vitima.
Segundo apurou o Jornal Bahia Online, para atender adequadamente a estes casos, a cidade de Ilhéus deveria dispor de uma casa de passagem e outra de Recuperação para adolescentes vítimas das drogas. “Infelizmente, não dispomos de nenhuma das duas. Quando temos que fazer a internação desses adolescentes recorremos à cidades vizinhas como Itabuna, Vitória da Conquista, Alagoinhas, Porto seguro, Feira de Santana e Salvador”, garante um dos conselheiros. Além disso, Ilhéus não tem casa de reabilitação, clinica Psiquiátrica, delegacia especializada para a infância e adolescência, abrigo masculino, família acolhedora, o Caps AD está fechado sem médico especializado na área para atender as crianças e adolescente vitimas dependência química.
Desde que as lavouras de cacau, na região sul da Bahia, foram acometidas pela vassoura-de-bruxa, muitos desses municípios começaram a procurar novas alternativas que pudessem mudar os rumos da economia e incrementar a geração de renda. Em Ilhéus, detentor de um vasto litoral e de um belo patrimônio cultural e religioso, o pensamento não foi diferente e aos poucos a cidade foi enxergando no turismo, uma oportunidade de crescimento.
Com o objetivo de contribuir para o fomento do planejamento estratégico para o turismo em Ilhéus, o vereador Ivo Evangelista (PRB) apresentou requerimento de nº 224/2013 na sessão da última terça-feira (22), que solicita, por intermédio da presidência da Câmara, ao prefeito Jabes Ribeiro a elaboração do Plano Municipal de Turismo. “Entendemos que é de suma importância que o turismo ilheense, seja organizado, planejado e eficiente, o que certamente possibilitará maiores e melhores condições de trabalho para os milhares de ilheenses que sobrevivem do turismo, como também proporcionando aos turistas que visitam nossa terra que sejam contemplados com melhores serviços de qualidade”, afirmou Ivo Evangelista, que teve seu requerimento aprovado.
O Plano Municipal de Turismo é um documento formulado pelas prefeituras municipais, com apoio do Conselho Municipal de Turismo, entre outros órgãos ligados ao setor, visando a criação de um documento com todas as informações necessárias para subsidiar a implementação de ações, mais eficazes e eficientes, voltadas para o fomento da atividade turística. “Perfil socioeconômico, patrimônio histórico e cultural, atividades e festividades que fazem, ou podem vir a fazer, parte do calendário anual visando a venda do destino em polos emissores, realização de cursos para profissionais que atuam, ou que querem atuar, na área, são alguns dos dados imprescindíveis para ajudar na construção de plano capaz de nortear o que pode ser feito pelo município para colocar o turismo num patamar mais elevado como atividade econômica na cidade”, pontuou Ivo.
Em virtude do Dia do Funcionário Público, 28 de outubro, nesta segunda-feira, as repartições públicas municipais , estaduais e federais não vão funcionar.
Os bancos, mesmo os estatais, e comércio em geral, terão expedientes normais.
Doze unidades de atendimento da Rede SAC, nove na capital e Região Metropolitana, e três no interior do estado, estarão abertas na próxima segunda-feira (28). As unidades do Barra, Iguatemi, Shopping Paralela, Salvador Shopping, Periperi, Pau da Lima, Pernambués e Liberdade, em Salvador; Lauro de Freitas, na Região Metropolitana; Itabuna, Juazeiro e Santo Antônio de Jesus, no interior, manterão o atendimento normal. As demais unidades do interior estarão fechadas.
As leis que determinam os direitos e os deveres dos funcionários públicos estão no decreto nº 1.713, promulgado em 28 de outubro de 1939, no governo de Getúlio Vargas. Por isso o Dia do Servidor é comemorado nesta data.
Segundo informações do site O Tabuleiro, por volta das 16h50 desse domingo (27), um helicóptero caiu na pista do aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus. As primeiras informações dão conta de que a aeronave se partiu enquanto estava no ar. Não há confirmação de vítimas fatais até o momento. Equipes do corpo de bombeiros prestam o atendimento aos tripulantes.
A Qualquer momento mais informações.
Atualizado às 20:10: Apenas uma das três pessoas, que estavam no helicóptero foi levada a um hospital para exames, mesmo sem ferimentos aparentes. Ela não corre risco de morte, de acordo com a Infraero.
Segundo a Infraero, o comandante do helicóptero fazia testes de pouso e decolagem quando perdeu o controle da aeronave e bateu no solo. Não há informações sobre a causa da queda.
O Ministério da Educação (MEC) informou, há pouco, que foram registrados neste domingo (27), no segundo dia de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mais casos de estudantes que publicaram nas redes sociais fotos e comentários de dentro dos locais de prova. A postagem está sendo investigada, mas o MEC ainda não informou o número de candidatos eliminados. No primeiro dia, 24 estudantes foram desclassificados.
Pelas regras do Enem, não é permitido o uso de eletrônicos no local de prova, nem postar fotos do exame.
Promotor recebe da professora, morador e alunos, documento com pedido de investigação
Uma ação social foi promovida, nesta última sexta-feira (25), por estudantes de Direito da Faculdade de Ilhéus na comunidade do Mambape, para representar ao MP informações sobre fatos ocorrentes na localidade com relação a violação do direito fundamental ao meio ambiente e as condições de saneamento básico. Os alunos do II semestre de Direito, sob a instrução da professora e socióloga Geórgia Couto, por atividade Interdisciplinar determinada pela Coordenação do curso, entregaram, nesta ocasião, junto a moradores, um documento ao Promotor da 11ª Vara de Meio Ambiente, Urbanismo e Consumidor, Dr. Paulo Figuereido, que se fez presente para conhecer em loco o objeto da investigação solicitada.
No documento, é pedido, em síntese, que o MP investigue o impacto e as condições de funcionamento da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), localizada no Mambape, operada pela Embasa, com avaliação e fiscalização do escoamento dos afluentes lançados pela ETE no manguezal – que margeia o rio Sant’ana – a poluição ocasionada por esgotos domésticos, as condições de saneamento básico e status de saúde na localidade.
De acordo com o Promotor Figueredo, “vão ser dois inquéritos civis públicos. Um para a ETE, sobre o lançamento de afluentes. Caso seja comprovado que essa ETE esteja realizando o lançamento fora dos padrões, a Embasa vai ser acionada. E outro inquérito para ver a questão da falta do pacote geral de urbanismo (calçamento, telefone público, iluminação, drenagem pluvial, esgoto residencial, coleta de lixo etc) nesta localidade, e quem responde é o município, que tem a obrigação de controlar a adequada ocupação do solo”, explicou.
A professora Geórgia Couto afirma que “é um descaso por parte do poder público e da sociedade, permitir a arbitrariedade de jogar esgotos no manguezal, que é uma área de preservação permanente, tornando-o totalmente contaminado. As marisqueiras, moradoras do Mambape, não podem pescar nesta área, e, por isso, têm que se deslocar para lugares distantes para conseguir coletar os mariscos para gerarem renda. A partir desta ação, esperamos que esses manguezais e aspectos sociais do bairro possam ter outra qualidade para que melhore as condições de vida da população”.
Escoamento dos afluentes da ETE do Mambape no manguezal às margens do rio Sant’ana, em Ilhéus-BA.
A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e a formação social do Mambape
De acordo com informações do gerente da Embasa, José Correia Lavigne, a construção da ETE do Mambape, operada pela Embasa, foi uma obra do Governo do Estado da Bahia executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER), entre os anos de 1989 e 1990, quando a Embasa começou a operar para atender os esgotos da Urbis 1 e posteriormente da Urbis 2, que sobem por estação elevatória, com demanda atual para atendimento de aproximadamente 2000 casas. Ele explica que não existia nenhuma construção ao redor dos muros da ETE quando a Embasa começou a atuar, mas ao longo do tempo, no prolongamento do caminho 45 da Urbis, diversas invasões foram ocasionadas com construções irregulares nos entornos da estação. “Um crescimento completamente desorganizado. Antes, quando começamos a operar, não existia nenhuma casa no Mambape”, garantiu o gerente da Embasa.
Dados levantados pelo projeto da professora Geórgia Couto, informam que a população local “sobrevive da atividade da catação de mariscos, que devido à destruição dos manguezais, tornaram-se escassos”, além das necessidades de urbanização, acesso à saúde, educação, dificuldades que a população local enfrenta para a geração de renda, as condições de água encanada, saneamento básico da ETE operada pela Embasa e a poluição do manguezal.
Denúncias
Segundo uma moradora e marisqueira residente há 21 anos no Mambape, Maria Jesus, conhecida como Lia, a ETE derrama esgoto ‘in natura’ no manguezal. Ela afirma que não tem acesso à água encanada e recebe taxa de cobrança por uma água que não consome. “Tiramos a caixa que eles (Embasa) colocaram em cima da casa. Depois disso, vieram 6 meses de conta de água que nós não estávamos usando e não iríamos pagar, pois só pagaríamos a água se eles colocassem o cano geral, e estão cobrando usando o nosso cano”, disse. Ela afirma que não há monitoramento da ETE, “diversas vezes esquecerem a estação ligada, o esgoto transbordou e chegou a invadir as casas de alguns moradores”.
O gerente da Embasa, Lavigne, rebate a informação e afirma que cerca de 70% da população do Mambape recebe água encanada em casa, com 446 ligações de água, “a embasa só manda recibo se a pessoa está cadastrada. Água cai lá todo dia”, e 157 têm ligações de esgoto, que desce por tubulação para a Urbis para ser bombeado para a ETE pela estação elevatória. “Onde tem rede que passa pela porta da casa, a gente coleta”, afirmou o gerente. Perguntado da razão pela qual a questão do esgotamento sanitário não é completamente solucionada no Mambape, o gerente explica que “existem moradores que tem a casa com a declividade invertida, e eles não querem levantar seus sanitários e transferir para a rede, além da resistência à questão da taxa cobrada pelo esgotamento sanitário”.